segunda-feira, 27 de agosto de 2012

AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO?

Sugiro que você leia essa Materia com toda atençao que poder. Ela esta na pauta do movimento AIDS em todo o nosso país e também no mundo. RESPOSTA À AIDS TIRA O SONO DE DOCENTES E PESQUISADORES E REPRESENTANTES DA SOCIEDADE CIVIL. “O que nos tira o sono” é o mote do manifesto lançado nessa terça-feira (21/08) e que aponta sérios problemas no controle da epidemia de aids no Brasil. Docentes, pesquisadores e integrantes da sociedade civil que assinam o manifesto estão preocupados com a resposta à epidemia no país, que tem apresentado indicadores negativos e produzido um senso comum de que a doença deixou de ser um problema de saúde pública. o Aumento de 10% no número de óbitos, saindo de 11.100 óbitos em 2005 para 12.073 em 2010. O número equivale a um óbito por hora. o Redução do número de gestantes com o HIV que recebem o tratamento que pode evitar a transmissão do vírus para o recém nascido: de 53,8% das gestantes soropositivas para o HIV em 2005 para 49,7% em 2008. A falta de diagnóstico e tratamento resulta em três casos de aids em recém-nascidos a cada dois dias. o Aumento de 12% no número de casos de aids: de 33.166 casos em 2005 para 37.219 em 2010. o Apesar disso, estados, como São Paulo, reduzem o número de médicos e fecham serviços e leitos especializados. Para dar voz ao protesto foram criados um blog (http://oquenostiraosono.tumblr.com/manifesto) e uma página no Facebook (https://www.facebook.com/pages/Aids-No-Brasil-o-que-nos-tira-o-sono/512771618737320) que abrem espaço para sugestões que possam contribuir para melhoria do cenário e convidam os visitantes a apontarem outros problemas na resposta à epidemia. Há uma semana da realização do VI Fórum Latino-americano e do Caribe em HIV/Aids e do IX Congresso Brasileiro de Prevenção das DST e Aids, a referência à insônia é um contraponto à declaração de dirigentes do Ministério da Saúde que, durante a XIX Conferência Internacional de Aids, realizada em Julho, nos Estados Unidos, disseram que nada no Brasil em relação à aids tira o sono deles. O manifesto é assinado por 54 docentes, pesquisadores e integrantes da sociedade civil e 14 instituições: Núcleo de Estudos para a Prevenção da Aids(NEPAIDS/USP); Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (ABIA);Católicas Pelo Direito de Decidir (CDD); Grupo de Resistência Asa Branca (GRAB); SOMOS - Comunicação, Saúde e Sexualidade; Grupo Pela Vidda SP; Projeto Purpurina; Fórum de ONG/Aids de São Paulo; GIV – Grupo de Incentivo à Vida; GAPA - RS; RNP+ Núcleo Rio de Janeiro; GAPA - SP; Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde; Sapatá - Rede Nacional de Promoção e Controle Social em Saúde de Lésbicas Negras. Participem, entrem no blog http://oquenostiraosono.tumblr.com/manifesto Você pode mandar sua opinião, compartilhar o que tem tirado seu sono e o que garantiria seu sono Curtam a página no Facebook https://www.facebook.com/pages/Aids-No-Brasil-o-que-nos-tira-o-sono/51277161873732 Ajudem a divulgar Qualquer dúvida ou demanda de imprensa, enviem para: manifestoaids@gmail.com Vejam a íntegra do manifesto: AIDS NO BRASIL HOJE: O QUE NOS TIRA O SONO? Enquanto o mundo discute a interrupção da transmissão do vírus da aids, o Brasil perde o controle sobre a epidemia e dorme tranquilo. É o que se pode concluir a partir da XIX Conferência Internacional de Aids, realizada nos Estados Unidos no último mês de julho. Pela primeira vez na história da epidemia, o mundo ouviu o anúncio de que o conhecimento acumulado, os compromissos assumidos em nível global, as conquistas no campo dos direitos humanos e as tecnologias hoje disponíveis nos permitem ambicionar a erradicação da aids. Na mesma Conferência, porém, ao ser questionado sobre “o que lhe tira o sono hoje?”, o representante do governo brasileiro respondeu que “dorme tranquilo”. A afirmação de que a epidemia de aids está sob controle no Brasil, além de falaciosa, tem prejudicado a resposta nacional, despolitizando a discussão e afastando investimentos internacionais. Se no passado, declarar que éramos o melhor programa de aids do mundo legitimou as decisões ousadas que outrora caracterizaram o programa brasileiro e que tantos benefícios trouxeram à população, o que temos hoje é, pelo contrário, um programa desatualizado, cujos elementos são insuficientes para enfrentar a configuração nacional da epidemia. Os atuais indicadores sugerem o esgotamento da nossa capacidade de intervir e de evitar que um número maior de pessoas se infecte e morra em decorrência da aids. Se é verdade que hoje temos conhecimentos e tecnologias suficientes para erradicar a aids, é também verdade que no Brasil de hoje não os estamos utilizando em sua máxima potência. Conhecimentos acumulados não estão se transformando em políticas públicas que nos coloquem no caminho da última década da epidemia. Novidades no âmbito das tecnologias de prevenção não estão sendo amplamente discutidas e estudadas em nosso contexto. Informações sobre estas novidades não estão sendo incorporadas na formação dos técnicos, nem no diálogo com usuários e pacientes. Grupos mais vulneráveis não estão sendo atendidos com a prioridade que necessitam. Reconhecer a diversidade de demandas e necessidades presente no cotidiano do país e construir respostas que com elas dialoguem é papel da política pública e só poderá ser feito se todos os setores interessados forem ouvidos, se estudos nacionais forem feitos, se a ação da sociedade civil for fortalecida. É preciso ousadia para formular políticas que efetivamente ofereçam à população condições para se proteger da infecção e do adoecimento por aids, respeitando a autonomia dos cidadãos, reduzindo vulnerabilidades e assegurando direitos. É preciso ousadia para redirecionar os esforços para o enfrentamento da epidemia nas populações mais expostas ao risco de infecção, articulando-as a ações para a população geral. É preciso, em síntese, ousadia para rever a resposta brasileira à epidemia de aids, superar antigos pressupostos e adotar novas práticas, recuperando os princípios essenciais que fizeram da resposta brasileira um exemplo para o mundo. A capacidade de reconhecer problemas e de mobilizar a sociedade em torno da busca de soluções foram os principais fatores que marcaram a resposta à aids no Brasil. Na luta contra a epidemia e em defesa dos direitos humanos, aprendemos que todos somos parte da solução. Mais do que dormir e sonhar, queremos construir a muitas mãos as condições para que, no Brasil, a quarta década possa ser a última. __________________________________________________________________________________ Estamos postando essa matéria em nosso blog porque também somos pesquisadora desse assunto, e também estamos dentro do Ativismo que milita nessa causa. Estamos já na terceira década da AIDS no mundo e ao longo de todo esse tempo podemos observar que houve muitos avanços no enfrentamento dessa Pandemia, porém, com uma mudança substantiva que houve no seu perfil, a partir da Terapia ANTI-RETROVIRAL, usada aqui no Brasil desde 1997 com a elaboração do Programa Nacional (hoje sendo reduzido a um departamento), a partir da qual as pessoas vivendo com o diagnóstico de soropositivo poderem barganhar mais tempo de vida, afastando de se a iminência do morrer e resgatando suas esperanças de poder viver e viver bem. Ao longo dessas três dédecadas muitas outras questões decorrentes da epidemia começaram a surgir e o Movimento Nacional da AIDS precisou se fortalecer muito na busca de outras políticas públicas mais arrojadas para melhoria e viabilização do viver com HIV e AIDS. Os avanços na direção da melhoria da qualidade de vida foram impondo que outrosa olhares dessem visibilidade ao que estava subjacente no trato da epidemia, bem como outras semânticas fossem usadas para se tratar do assunto. Sentar nas mesas com os gestores a fim de discutir as outras Agendas e definir outras Pautas para o trato da questão HIV e AIDS requereu prioridades.Também houve outras demandas que tiveram de ser traziadas para discussão: as questões das Vacinas em Teste; a quebra das patentes dos laboratórios bara barateamento dos preços dos medicamentos; a elaboração do preservativo feminino, dando outra opção para a prevenção. memlhorando a relação de gênero, dentre tantas outras. Passadas essas três décadas, estamos vivendo hoje um desgaste no enfrentamento dessa epidemia. Para as Agências mundiais, que estiveram nesses trinta anos interessadas na AIDS, o trato dessa Pandemia não está mais nas Pautas Globais. Os interesses mundiais não estão mais focando a AIDS como um assunto que precisa ser urgentimente resolvido. AIDS não tem cura, seguno a Organização Mundial da Saúde ela é uma doença crônica que tem tratamento e esta tudo certo. Os agravos dolorosos do viver com HIV e AIDS são assuntos que dizem respeito apenas aos que estiverm vivendo com ela. Essa é a questão que está preocupando toda a população do Movimento de Lutas contra a AIDS: ativistas, estudiosos do assunto, pesquisadores começamos a percerber que vamos ter que rememorar para reativar e fortalecer o Movimento para dar mais um passo na direção do combate a Pandemia/Epidemia da AIDS, e vaos ter novamente que fortalecer as açoes políticas junto aos gestores para reacender em suas visões que só quem dorme tranquilo, achando que est´pa tudo bem com a AIDS são aqueles despossídos de sensibilidade e descompromissados com a causa. São os que são sombrios, e que estão a serviço dos interesses do poder maléfico do Estado Capitlista. Voltaremos a tratar desse assunto aqui no blog brevemente, fiquem atentos. Abraços em todos e em todas! E vamos a luta,pois ela ainda continua! _______________________________________________ Miriam Fialho Membro da Coordenação Colegiada do Fórum Articulação AIDS PE Assesora de Projetos, Estudos e Pesquisas do Grupo ASQV.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

BELO POEMA...

PARAVIVER UM GRANDE AMOR É preciso abrir todas as portas que fecham o coração. Quebrar barreiras construídas ao longo do tempo, Por amores do passado que foram em vão É preciso muita renúncia em ser e mudança no pensar. É preciso não esquecer que ninguém vem perfeito para nós! É preciso ver o outro com os olhos da alma e se deixar cativar! É preciso renunciar ao que não agrada ao seu amor... Para que se moldem um ao outro como se molda uma escultura, Aparando as arestas que podem machucar. É como lapidar um diamante bruto... para fazê-lo brilhar! E quando decidir que chegou a sua hora de amar, Lembre-se que é preciso haver identificação de almas! De gostos, de gestos, de pele... No modo de sentir e de pensar! É preciso ver a luz iluminar a aura, Dando uma chance para que o amor te encontre Na suavidade morna de uma noite calma... É preciso se entregar de corpo e alma! É preciso ter dentro do coração um sonho Que se acalenta no desejo de: amar e ser amada! É preciso conhecer no outro o ser tão procurado! É preciso conquistar e se deixar seduzir... Entrar no jogo da sedução e deixar fluir! Amar com emoção para se saber sentir A sensação do momento em que o amor te devora! E quando você estiver vivendo no clímax dessa paixão, Que sinta que essa foi a melhor de suas escolhas! Que foi seu grande desafio... e o passo mais acertado De todos os caminhos de sua vida trilhados! Mas se assim não for... Que nunca te arrependas pelo amor dado! Faz parte da vida arriscar-se por um sonho... Porque se não fosse assim, nunca teríamos sonhado! Mas, antes de tudo, que você saiba que tem aliado. Ele se chama TEMPO... seu melhor amigo. Só ele pode dar todas as certezas do amanhã... A certeza que... realmente você amou. A certeza que... realmente você foi amada." (Carlos Drummond de Andrade)

quarta-feira, 25 de julho de 2012

TERAPIA PARA O HIV E A AIDS

O Grupo ASQV, é uma Organização Não Governamental de Vanguarda, em Pernambuco, que desponta tendo como seu Foco Principal de Atuação, trabalhar com as pessoas que estão infectadas com o vírus HIV e a doença de AIDS e que estão fazendo tratamento com a medicação combinada, cognominada de Coquetel, ou T-ARV (Terapia Anti Retroviral). Em princípio a ASQV começa aqui Pernambuco, mas seu objetivo é avançar muito mais adiante, indo até onde lhe for possível chegar para alcançar um número significativo de pessoas que estão vivendo situações dolorosas, face ao uso das medicações combinadas para reduzir os avanços do HIV o que é muito bom por um lado, mas que por outro a realidade que se está vivendo e a de sofrer duramente os Efeitos Colaterais dessa medicação combinada, a T-ARV. O objetivo principal da ASQV é desenvolver ações de prevenção e assistência nos eixos da Saúde Coletiva, para corrigir as manifestações patológicas, causadoras dos muitos efeitos colaterais na saúde. Em princípio a ASQV está tomando como base de referência institucional a reivindicação de políticas públicas na Saúde para veicular as ações estratégicas junto aos serviços oferecidos nas instituições da Saúde como os hospitais de referência para realizar os tratamentos dos efeitos colaterais que a combinação da medicação vem causando nas pessoas soropositivas. O objeto de atuação da ASQV é exatamente atuar junto as populações em tratamento de HIV e AIDS, que estão fazendo as medicações combinadas e que por isso mesmo tendo resultados favoráveis para o combate desse vírus nos corpos, sofrem os efeitos colaterais que essas combinações causam nos organismos dessas populações. E, dentre tantos, está a LIPODISTROFIA, que está penalizando consideravelmente os que estão se submetendo aos tratamentos. Se as populações em tratamento se veem melhor por um lado, por outro passam a ter de enfrentar, de conviver com alterações na sua autoimagem, e também sofrer com o surgimento de outras doenças, como a Depressão, a Neuropatia Periférica, dentre outras, sendo novamente de muita urgência buscar recursos e lutar por políticas públicas para atendimentos que gerem melhoras no quadro da saúde dos que estão em tratamento. O que é que se chamam de Efeitos Colaterais da Terapia de Medicamentos Combinados Anti-HIV? São sintomas corpóreos de determinadas patologias e que são atribuídos a COMBINAÇÃO dos medicamentos, conhecidos como? Coquetel? Ou Terapia Anti-HIV, para tratar as ações do Vírus HIV. São efeitos diferenciados daquele considerado como medicamento principal, por um fármaco. Esse termo é denominado de EFEITO ADVERSO ou COLATERAL; EFEITO INDESEJADO. No tratamento da infecção por HIV, mesmo os efeitos colaterais sendo pequenos é importante continuar tomando os medicamentos, obedecendo às prescrições indicadas pelo médico; fazendo a doze corretamente. Portanto, não é correto alterar tomando uma dose menor do medicamento, na intenção de que com esse procedimento os efeitos colaterais sejam minimizados. Pois, essa estratégia não diminuirá os efeitos colaterais e também não oferece benefícios, ou seja, resultados, nenhum no tratamento. Sabendo-se que alguns efeitos colaterais são esperados e inevitáveis e outros são surpreendentes, inesperados, tanto para o paciente quanto para o médico. Estas reações são observadas devido à reação particular de cada individuo. Os Efeitos Colaterais estão classificados em duas categorias: Efeitos Colaterais Evidentes; Efeitos Colaterais Quitados, que são detectados em laboratórios. Por isso as conversas entre o médico e o paciente sobre os medicamentos e as combinações feitas com eles é importante. De forma que o paciente terá condições de perceber quando algum efeito no seu corpo surgir, ele poderá já estar indo em busca do seu médico para contar o que está havendo e detectar se é ou não um efeito colateral da combinação dos medicamentos que ele estiver fazendo. Atualmente, os medicamentos que controlam a reprodução do HIV prolongam a vida dos portadores do vírus da AIDS. De fato, trata-se de uma vitória da medicina. Após a descoberta do HIV, em poucos anos, pesquisadores encontraram e desenvolveram agentes através dos quais a multiplicação do HIV pode ser controlada. A AIDS não é curável, mas a infecção pelo HIV já pode ser tratada hoje. A manifestação da síndrome da imunodeficiência pode ser retardada por vários anos. Através da combinação de vários agentes antivirais é possível impedir a multiplicação do HIV. Cada agente bloqueia um estágio específico no ciclo de vida do vírus. No entanto, esses medicamentos implicam uma série de efeitos colaterais. Já no começo do tratamento, os pacientes se queixam de vários problemas como diarreia, cansaço, reações alérgicas da pele até perda da sensibilidade tátil e neuralgias. E sabe-se que alguns agentes complicam o metabolismo. Entrementes, os médicos podem escolher entre mais de 20 remédios para elaborar uma combinação mais eficaz e compatível. Isso não resolve, no entanto, todos os problemas. Nos últimos anos, os médicos descobriram que os pacientes com HIV medicados durante anos correm maior risco de sofrer um infarto do que outras pessoas. O risco de contrair determinados tipos de câncer também aumenta. A ação e os efeitos colaterais dos remédios não são os únicos motivos do aumento de risco de infarto do miocárdio ou de uma maior suscetibilidade para a diabetes adulta. Fato é que nenhum tratamento suspende por completo a ação do HIV, o que significa que o vírus continua operando, acelerando o envelhecimento. Na História da ASQV efeitos colaterais da medicação combinada: a Terapia Anti-HIV que foram identificados de imediato como uma patologia chamada de LIPODISTROFIA, sendo essa patologia a responsável por uma mudança na estrutura corpórea das pessoas em tratamento. Os efeitos causados foram exatamente os que o grupo de pacientes havia descoberto. Porém os efeitos não eram unicamente esses, visto que a partir da descoberta da LIPODISTROFIA foi se percebendo a existência de outros efeitos colaterais. Alguns causados pela manifestação da própria LIPODISTROFIA, só podendo ser tratados com outros procedimentos cirúrgicos, segundo os médicos infectologistas. A LIPODISTROFIA é uma doença que altera o formato do corpo pela sua anormalidade na distribuição de gordura nas regiões corpóreas onde em algumas partes do organismo humano falta gordura, e em outras sobra, o que termina por causar uma deformação na imagem corporal deixando os usuários dos Anti-Retrovirais expostos ao sofrimento emocional ao se depararem com uma nova forma estética do organismo que os diferencia de todas as outras pessoas que não são HIV. A partir das ações estratégicas que foram criadas pelo grupo de pessoas em medicação Anti-HIV do Hospital das Clínicas (HC), em parceria com a coordenação Estadual de Doenças Sexualmente Transmissíveis/HIVAIDS, foi contratado o Hospital Instituto Materno Infantil de Pernambuco? IMIPE? Para ser o responsável pela aplicação do Metacril e também das cirurgias reparadoras nas regiões corpóreas afetadas. Para a legalização desses procedimentos o Ministério da Saúde do Brasil criou a Portaria nº 2582, do Ministério da Saúde, datado de 02/12/2004 autorizando a efetivação desses tratamentos através da Secretaria da Saúde de Pernambuco/Coordenação DST/AIDS. Então, o grupo dessas dez pessoas iniciou o recrutamento dos pacientes para as primeiras reposições do Polimetilmetacrilato-PMMA? (o Metacril) e das cirurgias reparadoras, e a população alvo para receber essa assistência foi recrutada nos ambulatórios dos hospitais de referência onde as mesmas fazem atendimento médico. À medida que essas pessoas iam tomando conhecimento dessa iniciativa passaram a procurar o grupo para se inscrever, ficando numa lista de espera. Após oito anos atuando nessa questão junto aos pacientes afetados pela LIPODISTROFIA aqui em Pernambuco, contando com a ajuda da Coordenação Estadual de DST/AIDS do estado de Pernambuco, somente em 2008 foi que o ASQV tomou a iniciativa de se tornar uma Organização Não Governamental juridicamente reconhecida para poder captar recursos financeiros que possibilitem o desenvolvimento dos seus trabalhos, visto que outras demandas vêm surgindo e que vão além das cirurgias reparadoras. Miriam Fialho da Silva. Observação: Consulte essa matéria no site da ASQV: http://www.asqv.org.br

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Notícias da Epidemia da AIDS

DECLARAÇÃO DE COMPROMISSO WASHINGTON D.C. REVERTENDO A MARÉ EM CONJUNTO: UMA DECLARAÇÃO PARA ACABAR COM A EPIDEMIA DO HIV/SIDA Estamos perante um momento único da história da epidemia do HIV/SIDA. Passaram três décadas de persistência e de tenacidade na defesa, investigação e prestação de cuidados, que acabam por colocar o mundo diante de um cenário impensável há poucos anos: a possibilidade de assistirmos ao processo de erradicação da SIDA. Muito embora as vitórias sejam extraordinárias, as perdas têm sido incalculáveis. Porém, hoje em dia, graças aos avanços científicos, aos compromissos assumidos pelos atores sociais e políticos, e às conquistas alcançadas no que concerne aos direitos humanos, descobrimos que é possível construir e implementar um pacote de estratégias comprovadas, as quais, se dimensionadas à escala mundial, podem reverter o jogo. Ainda não é possível curar, ainda não possuímos uma vacina. Por isso, com as ferramentas de que dispomos atualmente, urge aumentar os recursos e conjugar ainda mais esforços para controlar eficazmente novas infecções e melhorar a qualidade de vida e de saúde de dezenas de milhões de pessoas infectadas com HIV/SIDA. Salvar-se-ão milhões de vidas humanas. Para reverter a maré na luta contra a epidemia do HIV/SIDA, é necessário uma liderança concertada no domínio das políticas governamentais, dos sistemas de saúde, das instituições e das organizações não governamentais. Os esforços terão de incidir em abordagens multidisciplinares que respeitem e defendam os direitos humanos e a dignidade de todos os afetados pela epidemia. O objetivo do processo para erradicar a SIDA é ambicioso, mas exequível, e está em nossas mãos. Para reverter à maré, temos que, em conjunto: 1. Multiplicar e direcionar os novos investimentos. Podemos salvar vidas, prevenir infecções e reduzir o preço da factura da epidemia à escala mundial, se aumentarmos imediatamente os investimentos atuais, com base numa estratégia perfeitamente definida. O aumento dos progressos na erradicação da doença é proporcional ao financiamento que terá de ser assumido por mecenas, locais e internacionais, e pelos governos de todo o mundo. 2. Basear os fatos em evidências, garantindo a prevenção, o tratamento e os cuidados de saúde que o HIV requer, respeitando os direitos humanos dos que apresentam situações de maior risco e dos mais necessitados. Este pressuposto inclui homens que mantêm relações íntimas com outros homens, toxico dependentes, mulheres vulneráveis, jovens, grávidas portadoras de HIV, todos aqueles que se dedicam à prostituição e todos os indivíduos afetados. Para alcançar este objetivo, ninguém pode ser excluído. 3. Acabar com o estigma, a discriminação, as sanções legais e a violação dos direitos humanos que têm por alvo os que estão infectados e os que correm risco de infecção. O estigma e a discriminação constituem um obstáculo a todos os nossos esforços e impedem a prestação de cuidados essenciais 4. Exponenciar o rastreio do HIV e o aconselhamento, e estabelecer ligações com os serviços de prevenção, apoio e tratamento. Qualquer ser humano tem o direito de saber qual é o seu grau de infecção associado ao HIV, e tem direito ao tratamento, aos cuidados de saúde e ao apoio que a doença requer. 1. Fornecer tratamento a todas as mulheres grávidas e lactantes portadoras de HIV, e acabar com a transmissão perinatal: É possível apoiar as mulheres de forma a prolongar-lhes a vida e a melhorar o seu estado de saúde, e acabar com as infecções HIV das crianças. 2. Difundir o acesso ao tratamento antirretroviral a todos os que dele necessitam. Não é possível acabar com a SIDA sem que o acesso ao tratamento seja universal. 3. Identificar, diagnosticar e tratar a Tuberculose. É necessário implementar programas de prevenção da tuberculose e promover a integração dos serviços de HIV com os da Tuberculose. Vivendo com HIV e morrendo com Tuberculose?! 4. Acelerar a investigação sobre novas formas de prevenção do HIV e dos meios de tratamento, incluindo novas abordagens como, por exemplo, profilaxia pré-exposição (prep.) e microbicidas, bem como divulgar o que já sabemos que funciona, desde o uso de preservativos aos tratamentos como prevenção. Alargar a investigação à cura e à descoberta de uma vacina. A investigação é fundamental para nos conduzir à erradicação da epidemia. 5. Mobilizar e envolver de forma expressiva as comunidades infectadas, as quais devem ser o cerne das respostas coletivas. A liderança do processo por parte daqueles que estão infectados é essencial para responder eficazmente ao HIV/SIDA. Os desafios que se aproximam são enormes, mas os custos do fracasso são muito maiores. No âmbito do espírito da solidariedade e da ação conjunta, apelamos a todos os cidadãos da comunidade global, interessados por esta problemática e com maior responsabilidade para com os portadores de HIV, a renovar o seu empenho e urgência para transformarem a luta contra a SIDA num fenômeno mundial. Temos que atuar sobre o que conhecemos. Temos que começar por acabar com a SIDA – Juntos. ____________________________________________________________________________________ Essa matéria está circulando nos espaços midiáticos de discussão acerca da epidemia da AIDS em nivel internacional, e nós consideramos fundamnetal que todos tomem conhecimento dos percalsos da mesma ao longo dessas três décadas da sua descoberta. Essa matéria poderá ser encontrada no Google ou no site: http://www.2endaids.org/lang/portuguese.html Quem se interessar em assinar essa declaração, pode acessar a esse site ou ao Google. Abraços em todos Miriam Fialho

segunda-feira, 9 de julho de 2012

ARTICULAÇÃO AIDS PE

O FÓRUM ARTICULAÇÃO AIDS EM PERNAMBUCO TEM NOVA COORDENAÇÃO COLEGIADA PARA O BIÊNIO 2012/2014: RELEASE O Fórum Articulação AIDS em Pernambuco, fundado no segundo semestre de 1996 em Recife, se inscreve institucionalmente como um Fórum de Articulação Política do Movimento Social de Luta contra a AIDS e congrega a Sociedade Civil Organizada, Redes, Movimentos e Ativistas Independentes que atuam no campo das DST, HIV e AIDS, sem distinções de classes sociais, religiosas, raciais, étnico-raciais, ideológicas, de gênero, de orientação sexual, de faixa etária, partidárias ou sorológicas e que partilham dos seguintes princípios. • Solidariedade, cidadania, democracia, transparência e ética nas relações interpessoais, interinstitucionais e na sociedade como um todo; • Respeito à diversidade, dignidade e integridade de todos os seres humanos em todos os seus aspectos: gênero, raça, etnia, sorologia, orientação sexual, religião, política e faixa etária; • Independência político – partidária. Ao longo desses seus dezesseis anos de existência o Fórum vem atuando de forma articulada em nível regional e nacional na Luta Contra a AIDS, buscando a partir dessa atuação, contribuir com a redução dos males que a Epidemia da AIDS tem causado a vida da sociedade brasileira. Danos esses que se inscrevem de tamanho e formas diferentes. Possuindo dois recursos documentais que lhe dão condições institucionais de funcionar, que são uma Carta de Princípios e um Regulamento Interno, a Articulação AIDS PE funciona de forma organizada e satisfatória no que pretende atuar: fazendo Controle Social, Monitorando e Avaliando as Políticas Públicas gestadas pelos governos e Estado para enfrentamento e combate do HIV e da AIDS. O modelo da Articulação AIDS em Pernambuco funcionar é como uma ação coletiva que se define enquanto uma Coordenação Colegiada. Essa Coordenação é composta de quatro representações Institucionais, associadas a Articulação e que vai sendo mudada bianualmente. Esse modelo é uma prática que vem dando certo durante todo o tempo de existência da Articulação AIDS PE e que tem sido significativo no que tange a envolver cada vez mais as Organizações nas suas atividades. O Fórum Articulação AIDS em Pernambuco não é composto unicamente de ONGs, mas também de pessoas “Ativistas Independentes”, que não são obrigatoriamente membros de uma ONG, mas que militam junto à questão do HIV e AIDS dando uma contribuição efetiva e eficaz. Essas pessoas são oriundas das academias: alunos de Cursos de Graduação, Pós-Graduação: Mestrado, Doutorado, e também de outras ONGs que não milita exclusivamente com a questão HIV e AIDS, mas que tem focado nesse público contribuindo com estudos e pesquisas no tempo em que também vivenciam os dramas dessa realidade nos indivíduos como: A pastoral Carcerária, a Pastoral Católica, dentre outras. Este ano o Pleno da Articulação AIDS Pernambuco elegeu a Sua Nova Coordenação Colegiada para o exercício fiscal de 2012 e 2014 de forma inovadora, buscando assim oportunizar outro modelo de Coordenação, para oportunizar aos ativistas independentes, que são uma representação significativa, a oportunidade de atuar no espaço coordenativo dando a sua contribuição para essa causa na qual eles vem militando a algum tempo e com muito empenho e responsabilidade. Portanto, foi aberto definitivamente o espaço para que os Ativistas Independentes pudessem também concorrer à eleição, visto que no período anterior um ativista independente se candidatou e se elegeu sendo essa uma excelente experiência. De modo que a Nova Coordenação Colegiada eleita nesse último pleito consta da reeleição de uma ONG e um Ativista Independente; e ainda foram eleitos mais dois Ativistas Independentes, de forma a composição ficou de três Ativistas Independentes e uma ONG. A eleição ocorreu no dia 24 de maio de 2012, às 10h00 da manhã na sede da Organização GESTOS com doze pessoas presentes, entre ONG’s e Ativistas Independentes. A participação dos ativistas independentes nesse pleito foi aceita por unanimidade pelo pleno que viu como essa ação como uma oportunidade significativa para que os ativistas independentes tenham também oportunidade de atuar nesse eixo coordenativo, quebrando assim alguns paradigmas, dando vez e voz e direitos ao voto a essa categoria dentro do nosso movimento aqui em Pernambuco. Portanto a partir desse mês de maio de 2012 até maio de 2014 a Nova Coordenação Colegiada do Fórum Articulação AIDS de Pernambuco será Coordenada pelas seguintes Representações: ATIVISTAS QUE COMPÕEM A COORDENAÇÃO COLEGIADA AGORA: 1- JOSÉ CÂNDICO – Ativista Independente, 2- MIRIAM FIALHO DA SILVA – Ativista Independente, 3- BERTO BRITO – Ativista Independente ORGANIZAÇÃO QUE ESTÁ NA COORDENAÇÃO COLEGIADA (REELEITA) 4- ONG GRUPO CACTUS - BETH AMORIM

terça-feira, 19 de junho de 2012

ACERCA DA CÚPULA DOS POVOS

CRÍTICA A RIO+20 (Enviado por Simone do SOS Corpo) Leia abaixo porque estamos criticando a Rio +20 Pela unidade e a mobilização dos povos, em defesa da vida e dos bens comuns, justiça social e ambiental, contra a mercantilização da natureza e a “economia verde”. A um mês da Conferência das Nações Unidas Rio+20, os povos do mundo não veem resultados positivos no processo de negociação que está ocorrendo na conferência oficial. Ali não se está discutindo um balanço do cumprimento dos acordos alcançados na Rio 92, ou como mudar as causas da crise. O foco da discussão é um pacote de propostas enganosamente chamado de “economia verde” e a instauração de um novo sistema de governo ambiental internacional que o facilite. A verdadeira causa estrutural das múltiplas crises é o capitalismo, com suas formas clássicas e renovadas de dominação, que concentra a riqueza e produzem desigualdades sociais, desemprego, violência contra o povo e a criminalização de quem os denuncia. O sistema de produção e o consumo atual – representado por grandes corporações, mercados financeiros e os governos que garantem sua manutenção – produzem e aprofundam o aquecimento global e a crise climática, a fome e a desnutrição, a perda de florestas e da diversidade biológica e sociocultural, a contaminação química, a escassez de água potável, a desertificação crescente dos solos, a acidificação dos mares, a grilagem de terras e a mercantilização de todos os aspectos da vida nas cidades e no campo. A “economia verde”, ao contrário do que o seu nome sugere, é outra fase da acumulação capitalista. Nada na “economia verde” questiona ou substitui a economia baseada no extrativismo de combustíveis fósseis, nem os seus padrões de consumo e produção industrial. Essa economia estende a economia exploradora das pessoas e do ambiente para novas áreas, alimentando assim o mito de que é possível o crescimento econômico infinito. O falido modelo econômico, agora disfarçado de verde, pretende submeter todos os ciclos vitais da natureza às regras do mercado e ao domínio da tecnologia, da privatização e da mercantilização da natureza e suas funções. Assim como dos conhecimentos tradicionais, aumentando os mercados financeiros especulativos através dos mercados de carbono, de serviços ambientais, de compensações por biodiversidade e o mecanismo REDD+ (Redução de emissões por desmatamento evitado e degradação florestal). Os transgênicos, os agrotóxicos, a tecnologia Terminator, os agrocombustíveis, a nanotecnologia, a biologia sintética, a vida artificial, a geo-engenharia e a energia nuclear, entre outros, são apresentados como “soluções tecnológicas” para os limites naturais do planeta e para as múltiplas crises, sem abordar as causas verdadeiras que as provocam. Além disso, se promove a expansão do sistema alimentício agroindustrial, um dos maiores fatores causadores das crises climáticas, ambientais, econômicas e sociais, aprofundando a especulação com os alimentos. Com isso se favorece os interesses das corporações do agronegócio em detrimento da produção local, campesina, familiar, dos povos indígenas e das populações tradicionais, afetando a saúde de todos. Como uma estratégia de negociação na conferência Rio+20, alguns governos de países ricos estão propondo um retrocesso dos princípios da Rio 92, como o princípio de responsabilidades comuns e diferenciadas, o princípio da precaução, o direito à informação e participação. Estão ameaçados direitos já consolidados como os dos povos indígenas e populações tradicionais, dos camponeses, o direito humano à água, os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, dos imigrantes, o direito à alimentação, à habitação, à cidade, os direitos da juventude e das mulheres, o direito à saúde sexual e reprodutiva, à educação e também os direitos culturais. Está se tentando instalar os chamados Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que serão utilizados para promover a “economia verde”, enfraquecendo ainda mais os já insuficientes Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). O processo oficial propõe estabelecer formas de governança ambiental mundial que sirvam como administradores e facilitadores desta “economia verde”, com o protagonismo do Banco Mundial e outras instituições financeiras públicas ou privadas, nacionais e internacionais, que irão incentivar um novo ciclo de endividamento e ajustes estruturais disfarçados de verde. Não pode existir governança global democrática sem terminar com a atual captura corporativa das Nações Unidas. Repudiamos este processo e conclamamos todos para que venham fortalecer as manifestações e construções de alternativas em todo o mundo. Lutamos por uma mudança radical no atual modelo de produção e consumo, consolidando o nosso direito para nos desenvolvermos com modelos alternativos com base nas múltiplas realidades e vivências dos povos, genuinamente democráticas, respeitando os direitos humanos e coletivos, em harmonia com a natureza e com a justiça social e ambiental. Afirmamos a construção coletiva de novos paradigmas baseados na soberania alimentar, na agroecologia e na economia solidária, na defesa da vida e dos bens comuns, na afirmação de todos os direitos ameaçados, o direito a terra e ao território, o direito à cidade, os direitos da natureza e das futuras gerações e a eliminação de toda forma de colonialismo e imperialismo. Conclamamos todos os povos do mundo a apoiarem a luta do povo brasileiro contra a destruição de um dos mais importantes quadros legais de proteção às florestas (Código Florestal), o que abre caminhos para mais desmatamentos em favor dos interesses do agronegócio e da ampliação da monocultura; e contra a implementação do mega projeto hidráulico de Belo Monte, que afeta a sobrevivência e as formas de vida dos povos da selva e a biodiversidade amazônica. Reiteramos o convite para participação na Cúpula dos Povos que se realizará de 15 a 23 de junho no Rio de Janeiro. Será um ponto importante na trajetória das lutas globais por justiça social e ambiental que estamos construindo desde a Rio-92, particularmente a partir de Seattle, FSM, Cochabamba, onde se têm catapultado as lutas contra a OMC e a ALCA, pela justiça climática e contra o G-20. Incluímos também as mobilizações de massa como Occupy, indignados, a luta dos estudantes do Chile e de outros países e a primavera árabe. Convocamos todos para que participem da mobilização global de 5 de junho (Dia Mundial do Ambiente); da mobilização do dia 18 de junho, contra o G20 (que desta vez se concentrará no “crescimento verde”) e na marcha da Cúpula dos Povos, no dia 20 junho, no Rio de Janeiro e no mundo, por justiça social e ambiental, contra a “economia verde”, a mercantilização da vida e da natureza e em defesa dos bens comuns e dos direitos dos povos. Rio de Janeiro, 12 de maio de 2012. Assinam: Grupo de Articulação Nacional e Internacional da Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental*. SE VOCE NÃO VAI AO RIO, JUNTE-SE A NÓS. DIA 20 D EJUNHO. PRAÇA DO CARMO. ____________________________________________________________________________________ Documento aprovado na ReuniãO do Grupo de Articulação Nacional e Internacional da Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental, que reúne organizações e movimentos sociais de 13 países diferentes. A Cúpula será realizada entre 15 e 23 de junho, como ação política dos movimentos sociais, durante o período da conferência oficial da Rio +20. Informe do Grupo de Articulação Internacionalizado da Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental Pela unidade e a mobilização do povos, em defesa da vida e dos bens comuns, justiça social e ambiental, contra a mercantilização da natureza e a “economia verde”

segunda-feira, 18 de junho de 2012

MAIS POEMAS LINDOS!

É Proibido É proibido chorar sem aprender, Levantar-se um dia sem saber o que fazer Ter medo de suas lembranças. É proibido não rir dos problemas Não lutar pelo que se quer, Abandonar tudo por medo, Não transformar sonhos em realidade. É proibido não demonstrar amor Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor. É proibido deixar os amigos Não tentar compreender os que viveram juntos Chamá-los somente quando necessita deles. É proibido não ser você mesmo diante das pessoas, Fingir que elas não te importam, Ser gentil só para que se lembrem de você, Esquecer aqueles que gostam de você. É proibido não fazer as coisas por si mesmo, Não crer em Deus e fazer seu destino, Ter medo da vida e de seus compromissos, Não viver cada dia como se fosse um último suspiro. É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar, Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram, Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente. É proibido não tentar compreender as pessoas, Pensar que as vidas deles valem mais que a sua, Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte. É proibido não criar sua história, Deixar de dar graças a Deus por sua vida, Não ter um momento para quem necessita de você, Não compreender que o que a vida te dá, também te tira. É proibido não buscar a felicidade, Não viver sua vida com uma atitude positiva, Não pensar que podemos ser melhores, Não sentir que sem você este mundo não seria igual. Pablo Neruda